Por Israel Alencastro
Já dizia o sábio Salomão “Vaidade das vaidades, tudo é vaidade”, ás vezes parece (gostaria de acreditar que não) que boa parte do gênero humano só preocupa-se com o próprio umbigo, é inconcebível, por exemplo, que tantos opulentemente ostentem gastos exorbitantes, muitas vezes obtidos de maneiras escusas, enquanto tantos homens e mulheres morrem de fome por esse mundo afora.
Se continuarmos assim qual será o destino de nossa pobre humanidade?Vamos degladiarmo-nos mais do que já o fazíamos no passado e fazemos no presente?Na onda do clássico de Bob Dylan, ”Blown Wind” quantas guerras ainda serão necessárias para que o homem saiba que já se matou demais?Quantas crianças precisam ainda chorar para que se saiba que a fome já chegou a um limite extremo?A grande vaidade dos homens deveria ser a busca pela solução de todos os males que os afligem.
Vive-se em um mundo competitivo, onde o meu ocupa sempre em um lugar de destaque em detrimento do seu. O eu, sempre vem antes do seu ou do eu, eu tenho isso, eu posso aquilo, eu sou isso, você não têm, você não pode isso. A fogueira das vaidades infelizmente contaminou a vida humana.
Nesse dia caro leitor, eu o convido a independente de qualquer coisa apagar a sua fogueira pessoal de vaidades,como eu humildemente procuro fazer.
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