da Folha Online
Entre os manifestantes estavam o primeiro-ministro da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Salam Fayyad, e o prefeito de Genebra (Suíça), Rémy Pagani, de acordo com relatos de um fotógrafo da agência de notícias France Presse.
Depois de algumas horas, os manifestantes começaram a atirar pedras contra uma base militar próxima. Os guardas de fronteira israelenses reagiram atirando granadas com gás lacrimogêneo para dispersar o grupo.
A barreira erguida por Israel na Cisjordânia tem alguns trechos com alambrados e outros formados por um muro de concreto. O objetivo é frear a infiltração de terroristas suicidas palestinos em território israelense. Essa construção foi reiteradamente denunciada pelos defensores dos direitos humanos, que acusam Israel de impedir a circulação dos quase 3 milhões de palestinos que vivem na Cisjordânia.
Em 9 de julho de 2004, a Corte Internacional de Justiça (CIJ) considerou ilegal a construção da barreira e exigiu sua desativação, como o fez, em seguida a Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), mas Israel não levou em conta as decisões.
Com Efe e France Presse
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